Depois de quase um ano e meio para conquistar um grande cliente, uma empresa de gestão de telecom chegou à assinatura e viu a regra mudar. Um novo diretor exigiu uma garantia estranha ao mercado, a de que, todo mês, seriam encontrados erros e economia dentro de uma meta fixa, sob pena de reduzir o valor pago. O problema é que ninguém pode prometer que o fornecedor vai errar sempre, então a diretoria passou dias inclinada a não assinar. Assinou mesmo assim, não por fé, mas porque os números da fase de testes mostravam que o retorno viria da gestão (como cortar links contratados e usados pela metade), não do erro alheio. Logo na primeira auditoria, de só uma parte da operação, o contrato já tinha se pagado, prova de que risco de empreendedor se assume com número e estratégia, nunca com reza.
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