Depois de seis meses convencendo a consultoria a transferi-lo, um estrategista finalmente recebeu, em plena pandemia de vistos escassos, o código para começar a imigração para os Estados Unidos, o sonho que perseguia. No mesmo dia, um ex-colega ligou convidando-o a virar sócio de uma pequena boutique de marketing no Brasil. Ele cancelou as reuniões, caminhou horas sozinho e escolheu empreender, não por coragem cega, mas por um cálculo honesto: a consultoria e os EUA sempre estariam lá, então o risco tinha volta. Cinco anos depois, a empresa cresceu várias vezes e já paga dividendos aos investidores, e ele construiu uma vida pessoal mais plena. A lição que carrega é decidir medindo o risco real e enxergando quem a escolha impacta, porque o dia em que parar de estar satisfeito com o que faz é o dia de mudar de novo.
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