Uma empresa de tecnologia cuidava só da parte técnica das promoções de uma das maiores marcas de bebidas do mundo, enquanto a criação vinha das agências do cliente. Quando uma promoção de volta às aulas travou porque o material das agências não saía, e faltavam só dois meses para o ar, a head de marketing tomou uma decisão ousada: o próprio time assumir a ativação inteira, criação e tecnologia, algo que o marketing interno nunca tinha feito para um cliente de fora. Deu certo porque ela conhecia o time de verdade, não só a competência técnica, mas quem topava a missão de peito aberto. A entrega no prazo abriu uma avenida: aquele time virou um braço de serviços que atendeu outras marcas e, em alguns meses, faturou mais do que custava, transformando o marketing de centro de custo em gerador de receita. Às vezes o próximo grande negócio não está no seu core, está numa eventualidade que ninguém planejou, ao lado do foco.
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