Construímos máquinas que falam sem compreender uma palavra do que dizem. Pela primeira vez, a fluência deixou de ser prova de pensamento, e isso obriga-nos a olhar para a nossa própria forma de comunicar. Nesta conversa falamos de linguagem, de consciência, de trabalho e de arte, para chegar à pergunta que fica: o que é que continua a ser só nosso?
Destaques desta conversa:
Porque é que falar bem, para uma máquina, é apenas prever a palavra seguinte O que um estudo recente permite finalmente ver dentro da cabeça de um modelo Se uma máquina pode ser consciente, e porque é que desligá-la se torna um problema moral A diferença, cada vez mais fina, entre uma ferramenta e um agente Porque é que esta é a primeira tecnologia capaz de criar tecnologia O que muda no trabalho, das equipas de programadores ao apoio ao cliente O lugar de Portugal e do modelo Amália numa corrida de gigantes O problema do alinhamento, e porque é que talvez os desalinhados sejamos nós Se os smartphones têm mesmo os dias contados O que continua a ser exclusivamente humano, do amor ao prazer "Se há alguma coisa completamente vedada a uma máquina, como o amor, não sabemos. Pode ser que sim, pode ser que não."