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Ao indicar Ronaldo Caiado para concorrer à presidência, o PSD, de Gilberto Kassab, demonstra que não identifica uma demanda por um discurso efetivamente alternativo aos dois polos que dominam a política nacional, avalia a cientista política Mayra Goulart da Silva. A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro refere-se a um campo progressista, de centro-esquerda, que defende a democracia e a igualdade social, organizado em torno de Lula; e um outro, que apoia a conservação de privilégios das elites e o patriarcado, representado por Flavio Bolsonaro. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices