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Em uma análise contundente sobre a suspensão da Lei da Dosimetria pelo ministro Alexandre de Moraes, o presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, afirma que a decisão representa mais um capítulo da escalada de abusos institucionais do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, a medida ignora a ampla aprovação da lei pelo Congresso Nacional — inclusive após derrubada do veto presidencial — e evidencia uma Corte “presa às próprias decisões”. Ao longo do comentário, Guilherme sustenta que há uma erosão progressiva de garantias fundamentais, citando casos ligados ao 8 de janeiro, liberdade de expressão, imunidade parlamentar e devido processo legal. Ele menciona exemplos como Débora Rodrigues dos Santos, Filipe Martins e Deltan Dallagnol para argumentar que há seletividade e desproporcionalidade em decisões judiciais recentes. O presidente da Gazeta também critica a postura do Congresso e cobra reação de parlamentares, juristas, influenciadores e veículos de comunicação. Para ele, quem hoje reconhece excessos do STF precisa ter coerência para revisitar casos anteriores que, segundo afirma, tiveram consequências humanas devastadoras. A análise termina com um apelo por mobilização cívica, defesa das garantias constitucionais e retomada da “normalidade democrática”, destacando que o debate sobre liberdade, devido processo legal e limites do Judiciário será central no cenário político brasileiro até as eleições de 2026.
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