Há decisões jurídicas que qualquer empresa devia tomar. São simples, têm custo previsível e evitam problemas caros. A maioria adia-as até o problema já estar instalado.
Neste episódio do 100 Cláusulas, Diana e Nuno Ramos Correia, advogados, identificam as decisões jurídicas que mais poupam dinheiro e que, curiosamente, quase ninguém toma a tempo.
A conversa parte de um diagnóstico direto: em Portugal, o direito ainda é visto como custo de emergência. O resultado são empresários que chegam ao advogado com um contrato copiado da internet que não reflete o negócio, uma marca que outra empresa já registou, um trabalhador estrangeiro com o processo bloqueado, ou uma partilha de herança que dividiu uma família.
Neste episódio vai descobrir:
- porque os contratos genéricos criam conflitos que contratos bem redigidos evitam
- o que acontece quando uma empresa cresce com uma marca por registar
- como um processo de visto mal instruído pode paralisar uma contratação e comprometer projetos
- porque os regimes de casamento e as partilhas de herança precisam de orientação jurídica antes de ser tarde
- o que distingue um advogado reativo de um advogado estratégico
A decisão jurídica mais barata é sempre a que se toma antes do problema.
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