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Esta pesquisa investiga a organização funcional de redes neurais em organoides cerebrais, comparando-os a fatias de cérebro de camundongos e culturas primárias. Utilizando eletrofisiologia de alta densidade, os autores identificaram unidades estruturais estáveis denominadas "backbones", que sustentam a atividade rítmica das populações celulares. Os dados demonstram que organoides humanos e murinos apresentam uma complexidade dimensional superior às culturas bidimensionais, assemelhando-se mais aos circuitos teciduais complexos. Por meio de modelagem estatística e análise de componentes principais, o estudo revela como essas redes mantêm padrões de disparos consistentes. As descobertas sugerem que os organoides funcionam como modelos eficazes para replicar a dinâmica de rede observada no desenvolvimento cerebral in vivo. doi: 10.1038/s41593-025-02111