Nosso convidado, Diego Mota, trabalhava numa empresa focada na gestão do mercado fitness e wellness, presente em todo o Brasil, e que começou a expansão para a Europa. Ao lançar a primeira campanha em Portugal, houve um choque cultural: as peças de comunicação, consideradas discretas no Brasil, foram vistas como pornográficas pelos portugueses. O momento “Putz, e agora?” demandou entender melhor o novo mercado, onde as pessoas frequentam academias com roupas muito mais casuais. A empresa adaptou sua comunicação visual para se alinhar aos padrões locais, redefinindo sua abordagem para o público europeu.
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