Bloco Central · 12 de mar. de 2026 · 1:01:05
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Empossado Presidente da República, António José Seguro não perdeu tempo a dizer ao que vinha nem em ir para o terreno, apontando o dedo ao governo, pedindo mais acção e menos palavras.
No discurso da posse, reafirmou a tese de que o chumbo de um orçamento não implica dissolução automática do Parlamento, direcionando a pressão do peso pela responsabilidade de uma crise política das oposições para o governo.
Reafirmando igualmente a vontade de ser um Presidente cooperante, mas exigente, confirmou que pretende chamar ao Palácio de Belém os partidos e os profissionais da Saúde para que se estabeleça um pacto para o médio prazo no sector.
Para ele, que tinha avisado na campanha que vetaria a legislação laboral que lhe aparecesse em Belém sem acordo na Concertação Social, o governo reservou o dia da posse para convocar os parceiros sociais e nesse mesmo dia foi anunciado pelas confederações patronais que as negociações tinham chegado ao fim sem acordo. O Presidente não deu parte de fraco e insistiu para que a conversa continue.
Quando chega um Presidente, há outro que parte e nós por aqui vamos falar igualmente do legado que nos deixa Marcelo Rebelo de Sousa.
Está com o Bloco Central, um podcast que resulta de uma conversa, entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, moderada por Paulo Baldaia, com sonoplastia de Gustavo Carvalho.
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