onda.podcast · 3 de mar. de 2026 · 53:13
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O que o judaísmo diz sobre a perda gestacional?
Manoela viveu dois abortos tardios e, na tentativa de compreender a dor, buscou na sua religião uma interpretação. Foi ali que descobriu que, no judaísmo, se um bebê não nasce, ele não é considerado morto. E esse entendimento lhe trouxe algum alívio.
Manoela tem 36 anos e é mãe de dois filhos, de 11 e 4 anos. Sua história de maternidade é marcada pela diversidade de experiências e por uma aproximação com a cultura judaica.
Ela relata aqui a descoberta da gravidez de Theo, já com 24 semanas, as dificuldades para encontrar um médico disposto a acompanhar um parto vaginal e o parto domiciliar de sua filha, Cecília.
“Somos uma família brasileira ou uma família judia?”, se perguntava Manoela.
Hoje, ela sabe que as duas identidades não são antagônicas.