O cérebro humano não foi feito para sobreviver sozinho. Desde 2025, a Organização Mundial da Saúde trata a solidão como uma questão de saúde pública, associada a mais de 871 mil mortes por ano. E, enquanto a IA atravessa cada vez mais etapas do processo criativo, fica a pergunta: se ela pode ampliar nossa produtividade, pode também estreitar nosso horizonte de imaginação?
Neste episódio, o apresentador
Iuri Campos recebe
Aida Leal, neurocientista comportamental, criadora de conteúdo e colunista da Fast Company Brasil. A conversa cruza neurociência e saberes ancestrais para investigar o pertencimento e a criatividade como capacidades que se constroem na prática: o que é saúde social, qual o preço que o cérebro paga quando independência se transforma em isolamento e o que a ancestralidade ainda pode ensinar à ciência.
A discussão passa ainda por como usar a IA para ampliar repertórios sem terceirizar a imaginação e pelo risco de nos acostumarmos à ausência de fricção, tanto nas relações quanto no processo de fazer, errar e refazer.
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