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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (06):
A segunda-feira (05) marcou o início da corrida presidencial para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). As duas campanhas disputam votos dos candidatos derrotados e buscam motivar os eleitores que não foram às urnas. Após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, os candidatos derrotados adotaram posições distintas: Renan Santos (Missão) recusou apoio aos dois concorrentes; Augusto Cury (Avante) preferiu não se manifestar; Ronaldo Caiado (PSD) condicionou uma decisão pessoal à conversa com a direção partidária; e Romeu Zema (Novo) declarou que estará contra o PT, mas não anunciou expressamente apoio a Flávio. O segundo turno será realizado em 25 de outubro. Reportagem: Misael Mainetti.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu sua equipe política e principais aliados em Brasília para uma reestruturação de sua estratégia eleitoral. Após o primeiro turno, no qual avançou para a segunda etapa atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula adotou um tom de urgência e cobrou uma reformulação na condução da campanha de reeleição. A disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula será decidida no segundo turno, marcado para 25 de outubro. Reportagem: André Anelli.
O Senado Federal terá, a partir de 2027, 54 dos 81 integrantes favoráveis ao impeachment de ministros do STF, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. Em liminar concedida no fim do ano passado e depois parcialmente revertida, o ministro Gilmar Mendes determinou que seriam necessários pelo menos dois terços de todos os senadores para a abertura de processos de impeachment contra magistrados do STF. Reportagem: Matheus Dias.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi questionado nesta segunda-feira (05) sobre o desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição de 2026, realizado no domingo (04). O candidato ficou em primeiro lugar, com 47,03% dos votos. Trump classificou o resultado como uma “grande vitória”, mas ponderou que a disputa no segundo turno será “muito acirrada”. Reportagem: Fabrizio Neitzke.
O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho, vai se reunir nesta terça-feira (06) com o presidente do STF, ministro Edson Fachin. Marinho afirmou que discutirá o que chamou de interferência da Corte no processo eleitoral. A crise no STF é apontada como uma das causas da derrota de Lula para Flávio no primeiro turno e do avanço da direita no Congresso. Tendo como pauta o impeachment de ministros do STF, o PL elegeu 19 senadores e terá 28 das 81 cadeiras do Senado a partir de 2027. A nova configuração também enfraquece o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, derrotado na eleição do Amapá. Reportagem: Paulo Édson Fiore.
Não são apenas os votos de Anthony Garotinho que podem alterar a eleição no Rio. A relação dos eleitos para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e para a bancada fluminense na Câmara dos Deputados também pode ser modificada judicialmente. Candidatos que tiveram os registros indeferidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e receberam votações expressivas ainda aguardam o julgamento de recursos na Justiça Eleitoral. Até uma definição, os votos seguem como anulados sub judice. Pela legislação eleitoral, candidatos com registro indeferido e recurso pendente podem continuar na disputa e permanecer na urna. Os votos são computados, mas só serão validados caso a decisão seja revertida. Reportagem: Rodrigo Viga.
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