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No episódio de hoje do BBCast Agro, Bruno Viglioni, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira. Apesar do forte desempenho das exportações, o aumento da produção e a dificuldade de absorção pelo mercado interno seguem pressionando a rentabilidade dos produtores.
Destaques do episódio:
🐖 Produção em alta: O aumento do plantel e os ganhos de produtividade elevaram a oferta de carne suína em 2026. Segundo o IBGE, os abates cresceram 5,5% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período de 2025.
📉 Pressão sobre os preços: O excesso de oferta no mercado doméstico contribuiu para a queda das cotações do suíno nas principais regiões produtoras do país.
🌎 Exportações aquecidas: De acordo com o Comex, o Brasil exportou 914 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
🛒 Consumo interno: A demanda doméstica permanece enfraquecida. A concorrência com as carnes bovina e de frango, além das limitações de consumo das famílias, dificulta o equilíbrio entre oferta e demanda.
🌽 Custos de produção: A ampla oferta de milho e farelo de soja mantém os custos relativamente controlados. No entanto, a queda nos preços de venda tem reduzido significativamente as margens dos produtores.
🌦️ Atenção ao clima: O fortalecimento do El Niño aumenta os riscos de oscilações nos preços dos grãos, reforçando a importância do planejamento na compra de insumos.
🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e soluções de custeio agropecuário para auxiliar o produtor na gestão da atividade.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
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