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No episódio de hoje do BBCast Agro, Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para as relações comerciais entre Estados Unidos e China, o avanço do plantio da safra 2026/27 no Brasil, a colheita norte-americana e o comportamento dos preços.
Destaques do episódio:
🌱 Plantio no Brasil: a semeadura da safra 2026/27 alcança 4,3% da área estimada, com avanço autorizado nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul e expectativa de abertura das janelas no Norte e Nordeste.
Colheita nos EUA: os trabalhos alcançam cerca de 12% da área cultivada, acima da média histórica de 8%, com condições climáticas favorecendo o avanço das atividades.
EUA e China: o encontro entre Xi Jinping e Donald Trump não trouxe mudanças nas tarifas sobre a soja nem novas cotas de compra de grãos, reduzindo as expectativas de aumento da demanda.
🌦️ Clima no Brasil: previsões indicam manutenção da umidade no Sul, com possibilidade de excesso de chuvas, enquanto Centro-Oeste e Sudeste devem receber precipitações favoráveis ao ritmo da semeadura.
📈 Preços: o contrato de soja novembro/26 na CBOT encerrou 30 de setembro a US$ 12,93 por bushel, enquanto o indicador CEPEA ficou em R$ 161,56 por saca.
🚢 Prêmios: os prêmios nos portos foram indicados entre US$ 1,20 e US$ 1,40 por bushel para outubro e entre US$ 1,35 e US$ 1,55 para novembro.
🛡️ Hedge: o Banco do Brasil oferece mecanismos como travamento de câmbio e Opções Agro para auxiliar o produtor na gestão da volatilidade e na previsibilidade do fluxo de caixa.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br