MIT Sloan Review Brasil · 24 de set. de 2026 · 51:47
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Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com André Nadjarian, da Engine Brasil, sobre uma carreira construída na fronteira entre tecnologia e gestão: os 15 anos na Unisys, a experiência de empreender ao lado de ex-colegas, a passagem pela área de inteligência de uma multinacional, as visitas a Israel e a chegada à Engine, onde hoje cuida da estratégia e da agenda de inovação.
A conversa segue uma ordem de trabalho que André trouxe da consultoria de gestão: primeiro o problema, depois a solução. Ele recorre a A Meta, de Eliyahu Goldratt, para falar de gargalos, e a Moneyball para discutir que posições cabem à IA e quais cabem às pessoas. Daí vem a imagem que atravessa o episódio, a de comprar uma Ferrari e colocá-la numa estrada de terra, que é o que acontece quando a tecnologia chega antes de processos bem escritos e de pessoas treinadas.
No ângulo de liderança, André separa planejamento estratégico de estratégia e defende que estratégia, orçamento e acompanhamento contínuo funcionem como um único sistema. Ele também comenta o que os estudos de futuro indicam sobre natalidade, robótica e trabalho, e por que o líder não pode esperar que a empresa faça sozinha a sua atualização. A recomendação final é prática: não é preciso ter pressa, é preciso ter ritmo.
Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre:
- O hábito de comprar a solução antes de entender o problema
- Gargalos, teoria das restrições e o papel de cada peça no time
- A relação entre pessoas, agentes e gestão de mudança
- A diferença entre fazer planejamento estratégico e ter estratégia
- A qualidade dos dados como pré-condição para a IA
- A priorização por impacto e esforço e o valor dos ganhos rápidos
Uma conversa para executivos e fundadores que querem colocar a IA a serviço da estratégia, e não o contrário.
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