Os
mercados de previsão ganharam espaço no debate econômico após o governo federal bloquear a atuação de 27 empresas do setor no Brasil. A medida, baseada em resolução do Conselho Monetário Nacional, ocorre após a regulamentação das
bets e volta a levantar questionamentos sobre os limites entre investimento e aposta, além dos impactos dessas plataformas.
Para explicar como esses mercados funcionam, as diferenças em relação às bets e os motivos da proibição, o Direto ao Ponto conversa com João Nast, consultor financeiro e coordenador do curso de Gestão Financeira da Universidade Feevale. Na entrevista, ele analisa os impactos da decisão e os desafios de regulação no país.