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🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há coisas que só se dizem a rir. Não porque sejam ligeiras, mas porque são pesadas demais para caber noutra língua. O humor pode ser linguagem de afeto, ferramenta de aproximação, ou a única forma de enfrentar o que mais pesa. Nesta conversa, Eduardo Madeira falou da cadência que separa o riso da dor, da persona pública que se despede quando se fazem cinquenta anos, e de uma cisterna emocional que, admitiu em direto, está prestes a transbordar. Destaques desta conversa:
O comediante como ornitólogo das pessoas e do comportamento humano O que faz uma piada funcionar: cadência, silêncio e o momento certo Aos 50 anos, a decisão de despedir a persona pública e contar as histórias verdadeiras A distinção entre o Eduardo público e o Eduardo real: "tudo o resto és tu a funcionar perante o outro" O ego do artista: dos píncaros do palco ao camarim vazio A cisterna emocional cheia, prestes a transbordar Rir da morte do irmão e do pai que faleceu na noite da estreia A ironia que se perde e o que a linguagem perde com ela O pior veneno: hesitar antes de dizer a piada inconveniente Depois do riso vem a cova
"Quando te ris da morte, estás a desafiá-la. Estás a dizer-lhe que ela não te paralisa." 🔗 Episódio · https://www.perguntasimples.com/para-que-serve-o-humor-quando-a-vida-doi-eduardo-madeira