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O João sonhava em ser jogador de futebol e depois de ser enganado, conseguiu ser profissional na Arábia Saudita. Ao voltar ao Brasil, descobriu um câncer no testículo que precisava de uma cirurgia. Seu pai, que sempre o apoiou, também enfrentava a doença e acabou falecendo um dia antes. Meses depois, na França, outro câncer no abdômen, mas o diagnóstico eram apenas 2 semanas de vida. João chegou a ser declarado morto, fez quimioterapia, transplante de medula e pesava apenas 38kg, mas superou novamente a doença. Em 2018, voltou ao Brasil e ainda conseguiu jogar antes de encerrar a carreira. Hoje, ele trabalha como agente dos jogadores e usa uma frase como testemunho de fé e superação: “Enquanto existir uma chance, mesmo que pareça pequena, é preciso continuar lutando”.