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A dupla paulista Alvarenga e Ranchinho cantava o Brasil rural da primeira metade do século XX. Sempre com bom humor. “Drama da Angélica”, de M.G. Barreto, gravada em 1942, é toda rimada em proparoxítonas, do mesmo jeito que, em 1971, Chico Buarque faria na letra de “Construção”. Exímios também no humor político, Alvarenga e Ranchinho chegaram a ser presos no Estado Novo de Getúlio Vargas.
Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro